Governo Lula avalia cobrar IOF sobre investimentos com benefícios fiscais

A equipe econômica do governo de Luiz Inácio Lula da Silva avalia cobrar IOF sobre LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas. A discussão ocorre no Brasil em 28 de outubro de 2026, mas ainda não há decisão oficial sobre a medida.

Resumo gerado automaticamente a partir das matérias listadas. Pode conter imprecisões; confira nas fontes.

Contexto

Quando: 28 de outubro de 2026Onde: BrasilEnvolvidos: Governo federal, Luiz Inácio Lula da Silva, equipe econômica
economia2 fontes3 matérias
Compare a cobertura de 2 veículos
Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva · Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Leitura comparada · experimental

Informações nas fontes

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3 de 3 matérias com informações extraídas nesta versão; 2 veículos representados. Comparação automática: pode errar.

Sobre esta comparação

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Trechos das fontes (16)

Trechos não associados a outras fontes nesta análise. Isso não significa exclusividade ou omissão. A ordem dos veículos é sorteada a cada visita e não indica relevância.

InfoMoney

Matéria: 29 de out., 05:00 · Extração: 29 de out., 05:34

Declaração atribuída · equipe econômica

A equipe econômica estaria estudando cobrar IOF sobre LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas.

“A notícia de que a equipe econômica estaria estudando cobrar IOF sobre LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas trouxe uma reação quase consensual no mercado.”

Estimativa · equipe econômica

A renúncia associada aos títulos incentivados é estimada em cerca de R$ 33 bilhões por ano.

“Na equipe econômica, a leitura é que esses títulos ganharam espaço demais na disputa com os títulos públicos, sobretudo as NTN-Bs, e a renúncia associada a eles é estimada em cerca de R$ 33 bilhões por ano.”

Declaração atribuída · Daniel Leal

O secretário do Tesouro, Daniel Leal, disse em julho que o tema teria que ser enfrentado pelo governo eleito e citou o IOF entre as alternativas.

“O secretário do Tesouro, Daniel Leal, já havia dito em julho que o tema teria que ser enfrentado pelo governo eleito, citando o IOF entre as alternativas”

A Medida Provisória 1.303 previa Imposto de Renda de 5% sobre novas emissões desses títulos, mas perdeu a validade após a Câmara retirar o texto de pauta em outubro.

“O tema resgata uma tentativa de tributar esses papeis em 2025, quando a Medida Provisória 1.303 previa Imposto de Renda de 5% sobre novas emissões desses títulos. Ao longo da tramitação, o relator poupou primeiro CRIs, CRAs e incentivadas e, depois, também as letras bancárias, mas a Câmara retirou o texto de pauta em outubro e a MP perdeu a validade.”

Opinião atribuída · Alexandre Muller

Alexandre Muller afirmou que está na hora de discutir o tema porque os títulos incentivados ficaram muito grandes e não podem ser tratados como tabu.

““Achamos que está na hora de discutir o tema, os incentivados ficaram muito grandes e não podem ser tratados como tabu”, afirma Alexandre Muller, CIO da Leto Capital.”

Estimativa · Alexandre Muller

Pouco mais da metade dos cerca de R$ 2,3 trilhões em títulos incentivados são LCIs e LCAs, segundo Alexandre Muller.

“Ele lembra que pouco mais da metade dos cerca de R$ 2,3 trilhões em títulos incentivados são LCIs e LCAs, cujo destino final dos recursos não é transparente.”

Opinião atribuída · David Camacho

David Camacho afirmou que usar o IOF para arrecadar sobre títulos isentos de IR substituiria por decreto uma decisão tomada pelo Congresso no ano passado.

““Usar para arrecadar sobre títulos que a lei isenta de IR é substituir por decreto uma decisão que o Congresso tomou no ano passado”, diz.”

Estimativa · David Camacho

Em uma simulação de David Camacho, com o CDI perto de 13,65%, uma alíquota hipotética de 5% sobre o rendimento tiraria cerca de 0,7 ponto percentual ao ano do investidor pessoa física.

“Numa simulação de Camacho, com o CDI perto de 13,65%, uma alíquota hipotética de 5% sobre o rendimento tiraria cerca de 0,7 ponto percentual ao ano do investidor pessoa física.”

Revista Oeste

Matéria: 28 de out., 11:00 · Extração: 28 de out., 22:35

Declaração atribuída · O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda cobrar IOF sobre investimentos que atualmente contam com benefícios fiscais.

“O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda uma nova maneira de aumentar a arrecadação federal: cobrar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre investimentos que atualmente contam com benefícios fiscais.”

A alteração das alíquotas do IOF pode ser feita por decreto presidencial, sem aprovação prévia do Congresso Nacional.

“A principal vantagem da estratégia estudada pelo governo é que a alteração das alíquotas do IOF pode ser feita por decreto presidencial, sem depender da aprovação prévia do Congresso Nacional.”

Até o momento, não houve anúncio oficial de uma nova alíquota nem confirmação de que a medida será adotada.

“Até o momento, porém, não há anúncio oficial de uma nova alíquota nem confirmação de que a medida será adotada.”

Em junho de 2025, o governo Lula editou a Medida Provisória 1.303, que previa cobrança de 5% de Imposto de Renda sobre rendimentos de novas emissões de títulos anteriormente isentos.

“Em junho de 2025, o governo Lula editou a Medida Provisória 1.303, que previa a cobrança de 5% de Imposto de Renda sobre os rendimentos de novas emissões de títulos anteriormente isentos.”

Estimativa · equipe econômica

Segundo estimativas apresentadas pela equipe econômica, a tributação dos títulos incentivados poderia gerar aproximadamente R$ 2,6 bilhões em receitas adicionais em 2026, e o conjunto das medidas tinha potencial arrecadatório estimado em R$ 20,6 bilhões.

“Segundo estimativas apresentadas pela equipe econômica, somente a tributação dos títulos incentivados poderia gerar aproximadamente R$ 2,6 bilhões em receitas adicionais em 2026. O conjunto das medidas tinha potencial arrecadatório estimado em R$ 20,6 bilhões.”

Em outubro de 2025, a Câmara dos Deputados retirou a Medida Provisória 1.303 de pauta por 251 votos a 193, e a proposta perdeu a validade sem votação dentro do prazo constitucional.

“Em outubro de 2025, a Câmara dos Deputados retirou a medida provisória de pauta por 251 votos a 193. Sem votação dentro do prazo constitucional, a proposta perdeu a validade.”

Estimativa · Demonstrativo dos Gastos Tributários da Receita Federal

Estimativas baseadas no Demonstrativo dos Gastos Tributários da Receita Federal indicam que os benefícios concedidos a LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas representam aproximadamente R$ 33 bilhões anuais em receitas tributárias não arrecadadas.

“De acordo com estimativas baseadas no Demonstrativo dos Gastos Tributários da Receita Federal, os benefícios concedidos a LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas representam aproximadamente R$ 33 bilhões anuais em receitas tributárias não arrecadadas.”

Estimativa · B3

Segundo dados da B3, em junho de 2026 o estoque de LCIs era de aproximadamente R$ 544 bilhões e o de LCAs somava R$ 563 bilhões; em março, os CRIs representavam R$ 261 bilhões e os CRAs, R$ 176 bilhões.

“Segundo dados da B3, em junho de 2026 o estoque de LCIs alcançava aproximadamente R$ 544 bilhões, enquanto o de LCAs somava R$ 563 bilhões. Em março, os CRIs registrados na bolsa representavam R$ 261 bilhões, e os CRAs, R$ 176 bilhões.”

Pessoas e instituições citadas (8)

Referências identificadas nos trechos analisados. Nomes diferentes podem se referir à mesma pessoa ou instituição. Uma célula vazia não indica ausência no texto completo.

equipe econômica

InfoMoney · Apenas mencionada no trecho
“Na equipe econômica, a leitura é que esses títulos ganharam espaço demais na disputa com os títulos públicos”
Revista Oeste · Declaração ou posição apresentada
“Segundo estimativas apresentadas pela equipe econômica, somente a tributação dos títulos incentivados poderia gerar aproximadamente R$ 2,6 bilhões em receitas adicionais em 2026.”

O Globo

InfoMoney · Referência citada no texto
“A informação, publicada nesta quarta-feira (28) pelo jornal O Globo”
Revista Oeste · Referência citada no texto
“Segundo informações publicadas nesta quarta-feira, 28, pelo jornal O Globo, a equipe econômica avalia estabelecer a cobrança sobre”

Daniel Leal

InfoMoney · Declaração ou posição apresentada
“O secretário do Tesouro, Daniel Leal, já havia dito em julho que o tema teria que ser enfrentado pelo governo eleito, citando o IOF entre as alternativas”

Fontes originais

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