Endividamento federal brasileiro cresce em setembro e alcança R$ 9,383 trilhões

A Dívida Pública Federal brasileira aumentou 0,97% em setembro de 2026, alcançando R$ 9,383 trilhões. O Tesouro Nacional divulgou os dados em 29 de outubro de 2026.

Resumo gerado automaticamente a partir das matérias listadas. Pode conter imprecisões; confira nas fontes.

Contexto

Quando: Setembro de 2026, com divulgação em 29 de outubro de 2026Onde: BrasilEnvolvidos: Tesouro Nacional, Governo Federal
economia4 fontes5 matérias
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4 de 5 matérias com informações extraídas nesta versão; 3 veículos representados. Comparação automática: pode errar.

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Trechos relacionados · 2 veículos

A dívida pública federal externa (DPFe) atingiu R$ 345,41 bilhões de reais, com recuo de 0,82% no mês.

InfoMoney

“enquanto a dívida pública federal externa (DPFe) atingiu R$ 345,41 bilhões de reais, com recuo de 0,82% no mês.”

Matéria: 29 de out., 16:51 · Extração: 29 de out., 17:06

Agência Brasil Economia

A Dívida Pública Federal externa caiu 0,82%, passando de R$ 348,26 bilhões em agosto para R$ 345,41 bilhões em setembro.

“A Dívida Pública Federal externa (DPFe) caiu 0,82%, passando de R$ 348,26 bilhões em agosto para R$ 345,41 bilhões em setembro.”

Matéria: 29 de out., 18:00 · Extração: 29 de out., 18:37

Trechos relacionados · 2 veículos

A Dívida Pública Federal passou de R$ 9,293 trilhões em agosto para R$ 9,383 trilhões em setembro, alta de 0,97%.

Agência Brasil Economia

Declaração atribuída · Tesouro Nacional

“Segundo números divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 9,293 trilhões em agosto para R$ 9,383 trilhões no mês passado, alta de 0,97%.”

Matéria: 29 de out., 18:00 · Extração: 29 de out., 18:37

InfoMoney

Declaração atribuída · Tesouro Nacional

O Tesouro Nacional informou que a dívida pública federal do Brasil teve variação positiva de 0,97% em setembro ante agosto, para R$ 9,383 trilhões.

“A dívida pública federal do Brasil teve variação positiva de 0,97% em setembro ante agosto, para R$ 9,383 trilhões, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira.”

Matéria: 29 de out., 16:51 · Extração: 29 de out., 17:06

Trechos relacionados · 2 veículos

A dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi) somou R$ 9,037 trilhões e teve variação positiva de 1,04% no período.

InfoMoney

“No período, a dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi) somou R$ 9,037 trilhões, com variação positiva de 1,04%”

Matéria: 29 de out., 16:51 · Extração: 29 de out., 17:06

Agência Brasil Economia

A Dívida Pública Mobiliária interna avançou 1,04%, passando de R$ 8,944 trilhões em agosto para R$ 9,037 trilhões em setembro.

“A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 1,04%, passando de R$ 8,944 trilhões em agosto para R$ 9,037 trilhões em setembro.”

Matéria: 29 de out., 18:00 · Extração: 29 de out., 18:37

Outros trechos das fontes (15)

Trechos não associados a outras fontes nesta análise. Isso não significa exclusividade ou omissão. A ordem dos veículos é sorteada a cada visita e não indica relevância.

Agência Brasil Economia

Matéria: 29 de out., 18:00 · Extração: 29 de out., 18:37

Estimativa · Plano Anual de Financiamento (PAF)

De acordo com o Plano Anual de Financiamento, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

“De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro e revisado em agosto, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões .”

A apropriação de R$ 89,29 bilhões em juros impediu a queda do endividamento.

“A apropriação de R$ 89,29 bilhões em juros, porém, impediu a queda do endividamento.”

O colchão da dívida pública passou de R$ 1,208 trilhão em agosto para R$ 1,273 trilhão em setembro.

“Essa reserva passou de R$ 1,208 trilhão em agosto para R$ 1,273 trilhão em setembro.”

Estimativa

“Atualmente, o colchão cobre 7,71 meses de vencimentos da dívida pública.”
“O prazo médio da DPF manteve-se estável em 4,1 anos.”

Poder360

Matéria: 29 de out., 17:35 · Extração: 29 de out., 18:06

Declaração atribuída · Tesouro Nacional

A DPF aumentou R$ 747,9 bilhões de janeiro a setembro de 2026 e atingiu R$ 9,38 trilhões.

“A DPF (Dívida Pública Federal) aumentou R$ 747,9 bilhões de janeiro a setembro de 2026 e atingiu R$ 9,38 trilhões, segundo dados do Tesouro Nacional.”

O crescimento da DPF foi de 8,7% em relação a dezembro de 2025, quando o estoque era de R$ 8,64 trilhões.

“O crescimento foi de 8,7% em relação a dezembro de 2025, quando o estoque estava em R$ 8,64 trilhões.”

Em setembro de 2026, a dívida cresceu R$ 90,22 bilhões, ou 0,97%, em relação a agosto.

“Só em setembro, a dívida cresceu R$ 90,22 bilhões, ou 0,97%, em relação a agosto, quando somava R$ 9,29 trilhões.”

Em setembro, R$ 89,46 bilhões do aumento da dívida corresponderam à apropriação de juros, e R$ 760 milhões à emissão líquida de títulos.

“Do aumento registrado em setembro, R$ 89,46 bilhões corresponderam à apropriação de juros, o equivalente a 99,2% da expansão mensal. A emissão líquida de títulos respondeu pelos R$ 760 milhões restantes.”

Nos 9 primeiros meses de 2026, os juros apropriados ao estoque somaram R$ 784,4 bilhões, enquanto os resgates de títulos superaram as emissões em R$ 36,5 bilhões.

“No acumulado dos 9 primeiros meses de 2026, os juros apropriados ao estoque somaram R$ 784,4 bilhões. No mesmo período, os resgates de títulos superaram as emissões em R$ 36,5 bilhões.”

A dívida interna atingiu R$ 9,04 trilhões em setembro, ante R$ 8,31 trilhões em dezembro de 2025, e representou 96,32% do estoque total.

“A dívida interna, formada pelos títulos públicos emitidos no mercado brasileiro, atingiu R$ 9,04 trilhões em setembro, ante R$ 8,31 trilhões em dezembro de 2025. Essa parcela representa 96,32% do estoque total da dívida federal.”

A dívida externa passou de R$ 326,07 bilhões no final de 2025 para R$ 345,41 bilhões em setembro de 2026, com participação de 3,68% no endividamento total.

“Já a dívida externa passou de R$ 326,07 bilhões, no final de 2025, para R$ 345,41 bilhões em setembro de 2026. Sua participação no endividamento total ficou em 3,68%.”

Em setembro, títulos remunerados por taxas flutuantes representavam 51,60% do estoque, títulos corrigidos por índices de preços 23,59%, prefixados 21,14% e vinculados ao câmbio aproximadamente 3,7%.

“Esses papéis representavam 51,60% do estoque em setembro. Os títulos corrigidos por índices de preços respondiam por 23,59%, enquanto os prefixados correspondiam a 21,14%. A parcela vinculada ao câmbio representava aproximadamente 3,7%.”

InfoMoney

Matéria: 29 de out., 16:51 · Extração: 29 de out., 17:06

Estimativa · Economistas consultados pela Reuters

Economistas consultados pela Reuters esperavam que o dado fosse superavitário em R$ 4,650 bilhões.

“Economistas consultados pela Reuters ⁠esperavam ​que ​o dado, que compreende ⁠as ​contas de Tesouro, Banco Central ​e Previdência Social, fosse ​superavitário ⁠em R$ 4,650 bilhões”

O dado mencionado compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social.

“o dado, que compreende ⁠as ​contas de Tesouro, Banco Central ​e Previdência Social”

Pessoas e instituições citadas (9)

Referências identificadas nos trechos analisados. Nomes diferentes podem se referir à mesma pessoa ou instituição. Uma célula vazia não indica ausência no texto completo.

Tesouro Nacional

Agência Brasil Economia · Referência citada no texto
“Segundo números divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional”
Poder360 · Referência citada no texto
“segundo dados do Tesouro Nacional”
InfoMoney · Declaração ou posição apresentada
“para R$ 9,383 trilhões, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira.”

Plano Anual de Financiamento (PAF)

Agência Brasil Economia · Referência citada no texto
“De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro e revisado em agosto”

governo

Agência Brasil Economia · Apenas mencionada no trecho
“Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês”

Fontes originais

Todas as matérias

5 publicações

Outras notícias

6 matérias

Revista Oeste • 29 de out. de 2026, 16:30

Dívida pública segue em 82,9% do PIB, pior resultado desde 2021

A dívida bruta do setor público do Brasil permanece elevada sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 29, pelo Banco…

Ler original

Metrópoles • 29 de out. de 2026, 10:00

Contas do governo registram superávit de R$ 4,8 bilhões em setembro

Dados sobre as contas do governo central foram divulgados nesta quinta-feira (29/10) pelo Tesouro Nacional

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CNN Brasil • 27 de out. de 2026, 18:30

Juros futuros recuam após forte disparada na sessão anterior

Após dispararem mais de 250 pontos-base na véspera, com o mercado reagindo negativamente ​à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ​as taxas dos DIs fecharam a ter…

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Metrópoles • 27 de out. de 2026, 14:00

Número de endividados de "risco" sobe 75% e chega a 20,3 milhões, diz BC

Endividamento é ponto de preocupação do governo federal e da autoridade monetária que editou medidas a respeito

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Revista Oeste • 29 de out. de 2026, 20:00

Estatais federais registram o maior déficit anual da história

As empresas estatais federais acumularam déficit de R$ 8,5 bilhões entre janeiro e setembro de 2026, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira, 29. O resultado…

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G1 • 29 de out. de 2026, 14:30

Inadimplência e endividamento das famílias são recorde em setembro, informa Banco Central

A taxa de inadimplência média total registrada pelos bancos nas operações de crédito permaneceu em 5% em setembro, informou nesta quinta-feira (29) o Banco Central (BC). Com isso,…

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