Senado agenda para 3 de novembro análise da PEC da Segurança Pública

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, incluiu a PEC da Segurança Pública na pauta do plenário para 3 de novembro de 2026. A proposta voltou à agenda após ter sido adiada devido a divergências sobre emendas relacionadas à maioridade penal.

Resumo gerado automaticamente a partir das matérias listadas. Pode conter imprecisões; confira nas fontes.

Contexto

Quando: 3 de novembro de 2026Onde: Brasília, Distrito FederalEnvolvidos: Davi Alcolumbre, Senado Federal
política2 fontes2 matérias
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Davi Alcolumbre
Davi Alcolumbre · Agencia Senado / Wikimedia Commons (Attribution)

Leitura comparada · experimental

Informações nas fontes

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2 de 2 matérias com informações extraídas nesta versão; 2 veículos representados. Comparação automática: pode errar.

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Destaques

A proposta precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno.

Outros destaques

Informações não associadas a outras fontes nesta análise; isso não significa exclusividade ou omissão. A ordem dos veículos é sorteada a cada visita e não indica relevância.

G1

  • O plenário do Senado Federal deve votar a PEC da Segurança Pública nesta terça-feira (3).

    Estimativa

  • O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera a PEC da Segurança Pública prioritária e pretende criar o Ministério da Segurança Pública após sua aprovação.

    Declaração atribuída · Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva

  • Teresa Leitão afirmou que a posição do governo é não votar a redução da maioridade penal junto com a PEC da Segurança.

    Declaração atribuída · Teresa Leitão

  • A PEC foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 14 de outubro.

  • Lula afirmou ser favorável à redução da pena para crimes hediondos.

    Declaração atribuída · Luiz Inácio Lula da Silva

  • Lula defendeu que a discussão sobre a maioridade penal não fosse tratada na PEC da Segurança.

    Declaração atribuída · Luiz Inácio Lula da Silva

  • A PEC estabelece na Constituição o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) com o objetivo de integrar a atuação das forças de segurança no combate ao crime organizado.

Revista Oeste

  • Davi Alcolumbre colocou a PEC da Segurança Pública na pauta do plenário.

  • A PEC 18/2025 é o primeiro item da sessão de terça-feira, marcada para começar às 14h, em formato semipresencial.

  • As emendas apresentadas em plenário ainda dependem de parecer, segundo o registro da pauta.

    Declaração atribuída · pauta

  • O calendário especial aprovado pelo Senado permite abreviar a tramitação e apreciar os dois turnos sem as sessões de discussão normalmente exigidas.

  • Alcolumbre retirou a PEC da pauta em 15 de outubro.

  • Alcolumbre declarou que os senadores precisavam chegar a um entendimento sobre o texto e as emendas.

    Declaração atribuída · Davi Alcolumbre

  • A emenda 84 estabelece a responsabilização penal a partir dos 16 anos como regra geral e dos 14 anos para crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas.

    Declaração atribuída · emenda 84

Pessoas e instituições citadas (9)

Referências identificadas nos trechos analisados. Nomes diferentes podem se referir à mesma pessoa ou instituição; ausência nesta amostra não indica ausência no texto completo.

Senado Federal

G1 · Apenas mencionada no trecho
“O plenário do Senado Federal deve votar nesta terça-feira (3) a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.”

Davi Alcolumbre

G1 · Apenas mencionada no trecho
“o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a adiar a votação.”
Revista Oeste · Declaração ou posição apresentada
““Eu vou tirar de pauta a PEC da Segurança Pública, porque agora nós vamos aguardar os entendimentos dos senadores e das senadoras sobre o tema, sobre o texto e sobre a emenda”, declarou à época.”

Luiz Inácio Lula da Silva

G1 · Declaração ou posição apresentada
“"O meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a diminuir a pena. Para crimes hediondos. Eu sou a favor, sou a favor", afirmou o presidente.”

Fontes originais

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