Copom (Comitê de Política Monetária)
“O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) volta a se reunir nesta semana”
O Comitê de Política Monetária do Banco Central decidirá a taxa Selic em 4 de novembro de 2026. Será a primeira decisão após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em um cenário que pode interromper ou alterar a sequência de cortes dos juros.
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Contexto

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O Copom, do Banco Central, volta a se reunir nesta semana para definir o novo patamar da taxa básica de juros.
A decisão a ser anunciada na quarta-feira (4) será a primeira após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O cenário mencionado na matéria alterou o humor do mercado financeiro.
O cenário mencionado na matéria pode interferir na trajetória de cortes seguidos da Selic.
Estimativa
O Comitê de Política Monetária (Copom) decide nesta quarta-feira (4) o rumo da Selic.
O Ibovespa acionou o circuit breaker na segunda-feira (26), primeiro pregão após o segundo turno.
Nas opções de Copom negociadas na B3, a probabilidade de manutenção da Selic chegou a perto de 70% no fechamento de quinta-feira (29).
Estimativa
O Bradesco projeta um corte de 0,25 ponto percentual nesta quarta, para 13,5% ao ano.
Estimativa · Bradesco
Leandro Padulla afirma que a depreciação cambial e o aumento dos prêmios de risco devem ser avaliados quanto à persistência e à possibilidade de contaminarem as expectativas e as projeções de inflação.
Opinião atribuída · Leandro Padulla
A dívida bruta do governo geral chegou a 82,9% do PIB em setembro, segundo o Banco Central.
Declaração atribuída · Banco Central
Gabriel Magno espera um Banco Central mais duro, que pause os cortes.
Opinião atribuída · Gabriel Magno
Referências identificadas nos trechos analisados. Nomes diferentes podem se referir à mesma pessoa ou instituição; ausência nesta amostra não indica ausência no texto completo.
“O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) volta a se reunir nesta semana”
“A dívida bruta do governo geral chegou a 82,9% do PIB em setembro, segundo o Banco Central.”
“após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”
Fontes originais

UOL Economia • 03 de nov. de 2026, 05:30
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InfoMoney • 03 de nov. de 2026, 05:00
Bastaram cinco pregões para os agentes econômicos refazerem as contas sobre os juros no Brasil. A semana que se seguiu à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) levo…
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Poder360 • 02 de nov. de 2026, 10:00
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Revista Oeste • 02 de nov. de 2026, 20:30
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo Lula não avalia propostas para tabelar a taxa básica de juros, a Selic, nem usar reservas internacionais para conter eve…
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