Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
“A confederação afirma que não questiona a redução da jornada nem a garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.”
Em 3 de novembro de 2026, a Confederação Nacional do Comércio apresentou uma ação no Supremo Tribunal Federal para pedir o adiamento do cronograma da nova jornada de trabalho após o fim da escala 6x1.
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Contexto

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A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) e protocolou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), com pedido de liminar, para adiar o início das mudanças na jornada de trabalho.
A CNC quer que a primeira etapa da transição reduza a jornada máxima de 44 para 42 horas semanais a partir de 16 de outubro de 2027, em vez de 16 de dezembro de 2026.
Declaração atribuída · Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
A segunda fase, com limite de 40 horas semanais, seria implementada somente em outubro de 2028.
Estimativa
Segundo a CNC, o objetivo do pedido é ampliar o prazo para que as empresas se adaptem às novas regras.
Declaração atribuída · Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
A CNC aponta como dificuldades a contratação de funcionários, a reorganização de turnos e a renegociação de acordos e convenções coletivas.
Declaração atribuída · Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
A CNC considera insuficientes os 60 dias previstos para a primeira mudança porque o período coincide com a Black Friday, o Natal e a alta temporada do turismo.
Opinião atribuída · Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
Segundo a CNC, a administração pública recebeu prazo de até um ano para adaptar contratos de terceirização, enquanto as empresas privadas teriam dois meses.
Declaração atribuída · Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
A CNC pede que o STF analise a liminar antes de 16 de dezembro, data prevista para o início da primeira etapa da mudança.
A CNC ingressou com uma ADI no STF.
A CNC solicitou o adiamento do cronograma da nova jornada de trabalho após o fim da 6x1.
Declaração atribuída · CNC
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“A confederação afirma que não questiona a redução da jornada nem a garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.”
“A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF)”
“a administração pública recebeu prazo de até um ano para adaptar contratos de terceirização”
Fontes originais

Revista Oeste • 04 de nov. de 2026, 17:13
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir o adiamento do início das mudanças na jornada de trabalho…
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UOL Economia • 04 de nov. de 2026, 11:12
A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) ingressou com uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) no STF (Supremo Tribunal Federal) para solicitar…
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